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sábado, 17 de maio de 2014

Eu Voltei/ Agora Pra Ficar/ Por Um Milhão/ Não Tem Como Não Voltar....

...Eu Voltei/ Por Essa Grana Até Viro Gay/Eu Voltei...


Cof... Cof...   (entenda-se constrangimento... )



Ola! Bons dias, prestigiosos e denodados amigos de longa data e que ainda não morreram feito aquelas caveirinhas do comercial da Nova Schin (muitos anos 2010 eu... rsrs) .
Depois de muito tempo, eis-me aqui, gordo, judeu e cabeludo como nunca, um misto de Doutor Robert e Tarcísio Meira 's Band  como sempre, para tocar flauta doce  o horror e taxar as palavras até te deixar com dor de cabeça em quem vier pela frente!

Onde eu estava? Bem, melhor eu não explicar o esmeráldico motivo da minha notada ausência, mas me sinto obrigado a dizer que o Jovem (Universitário) Nerd Edison me ofereceu Um Milhão para que eu retornasse, e, afinal de contas, eu, como bom seguidor de Roberto Carlos que sou, por um Milhão como até cocô FriBoi!


Ok, por hora eu trago um vídeo de uma série Youtubesca que a jovem Larissa de Macedo Machado, conhecida popularmente como Anitta esta dando sequência no seu canal. Na série intitulada "Anitta na Real", ela mostra como é o seu dia a dia, em casa, na academia, no Cirurgião Plastico,  e no estúdio, na produção do seu novo trabalho, que saiu, ou vai sair, ou nunca sairá... Nesse caso tanto faz, vamos assistir esse que é o segundo vídeo de série e depois eu explico o por quê do porque...




O que vemos logo de cara, é a grande produção e a preocupação em manter a imagem de "Pop-Funk-Star-Menina-Mulher" que a morena (loira) conquistou com muita luta e testes de sofa  talento musical. Tudo muito pensado, até hora que a moça começa a explanar sobre a música em questão, cujo o nome é "Na Batida", e já de cara ela deixa muito claro que a música é apenas o pano de fundo para o que ela se refere como "coreografia forte" que é, sem duvidas, o foco desse trabalho e como é notável, de toda a carreira da menina.
Na sequencia ela explica que pediu ao Produtor "Mãozinha" (que ta mais pra um braço ou dois na carreira dela), uma batida, mas que o cara, (que acredito, tenha muita experiencia, do contrario não estaria trabalhando com um artista que esta nas paradas de sucesso.) não havia procedido como ela gostaria que tivesse sido. E é aí que a "produtora" Anitta entra em cena.

Olhando para todos com a marra do Rick Rubin a moça mostra pros caras como ela quer repetir a porcaria de um break, mais manjado do que parabéns pra você, que ela chama carinhosamente de "Tã!"o que vem depois é ela dizendo que quis mudar tudo na música.... Só aí, se eu sou o produtor dessa moça eu mando ela lavar uma louça dar uma estudada melhor no assunto. O cara disse: Deixo deixo... (deve ter rolado Um Milhão aí....)



Esse é o milhão que o Edison me deu, e ao contrário desse moça, eu subi de escada com ele....

O que sucede essa cena é uma pata quada só. Num certo momento ela volta no assunto do bendito break, chamando a atenção dos caras: 

- Eu não pedi pra fazer (porque não fizeram)?? 
Noutro momento a morena chama de "som de vidro quebrando" um timbre clássico de palma da mão, cujo o nome real é "808 Clap" e tem seu conhecimento obrigatório a todos que trabalham com qualquer coisa que tanja o universo da música eletrônica...

O resto de vídeo eu não aguentei ver, i'm sorry!! haha




A Engrenagem do mal?

O esperado final e moral da historia: Nota zero pro conhecimento da moça e nota menos 23 pra sua arrogância com os produtores e técnicos. O nome da série foi escolhido a dedo, mas eu me permito acrescentar um final melhor:



Na Real, Anitta! Cala A Boca E Rebola!! HAHAHAHA




                    Engrenagem e Música


O mais legal é que meu retorno me rendeu um presente muito bacana: Uma engrenagem azul com 5 claves de Sol entrelaçadas por suas bases, feita pelo Edison, que dedicou seu tempo de estudante de Psicologia para desenhar uma engrenagem com um logotipo específico para cada um dos colaboradores desse denodado Blog, legal né? Vale mais que um Milhão! hehe


O porque de ser uma engrenagem? Bom, o Edison é fã declarado de Engenheiros do Hawaii, porém nem todos aqui são e acho que isso é que faz esse motor andar bem: A diferença das engrenagens e suas peculiaridades...  que saber uma das minhas peculiaridades? Bom, sei la, eu gosto de brincar com as frases. Notaram que todos os meus parágrafos começaram com a letra "O"?? 


Obrigado pela leitura e abraços pros leitores do blog.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A Volta dos Discos de Vinil (e um pouco de história)


Por: Antonio Marcos D'Ávila



Buenos, povo! De passada pra falar de um assunto que tem pipocado em vários cantos na Web nesse últimos meses: A volta dos discos de vinil, ou do "vinil", como preferir.
O site G1 (da Globo) publicou semana passada o resultado de uma pesquisa que aponta um crescimento da venda desses produtos no Brasil, algo que segue uma tendência mundial.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Bilhões e Bilhões...

9:47, entrei em meu quarto e olhei para minha mesa, lá vi um livro que estava intocado por aproximadamente 7 meses... "Bilhões e Bilhões, Reflexões sobre vida e morte na virada do milênio" por Carl Sagan.

Bom, pra começar esse livro eu roubei peguei emprestado da biblioteca da escola em um dia de educação física... (em minha escola, a educação física é feita no turno oposto, se você estuda de manhã faz pela tarde, e se estuda de tarde faz pela manhã... quem estuda de noite faz de tarde!)

Era mais ou menos 8:15 quando peguei esse livro, a educação física começava lá pelas 8:30 e eu sempre chegava meia-hora antes... só que dessa vez eu tinha visto esse tal livro que vos falei... comecei a lê-lo e gostei muito, pois fala do espaço, ciências(mais sobre a física), meio ambiente, da vida, da morte, e etc... ou seja, meu tipo favorito de livro...
Recomendo pra quem está no Ensino Médio e e para mais velhos também! Mais novos podem ler também, mas quando falar de ondas de som e de luz não reclamem quando não entenderem!!!

Aqui vai um "Review" da VEJA sobre o livro:


Bilhões e Bilhões, do astrônomo americano Carl Sagan, tinha tudo para ser um livro caça-níqueis. O autor foi o segundo cientista mais popular do século, atrás apenas do físico Albert Einstein, e o livro com dezenove artigos, palestras e relatos foi lançado nos Estados Unidos logo depois da sua morte, em 1996. Mas Bilhões e Bilhões (Companhia das Letras; tradução de Rosaura Eichemberg; 265 páginas; 23,50 reais) é exatamente o contrário. Funciona como o testamento de Sagan, um dos raros cientistas que conseguiam escrever sobre temas complexos de forma simples, sem menosprezar a inteligência do leitor. Estão no livro alguns dos assuntos recorrentes da carreira do cientista, como a corrida armamentista, a destruição do meio ambiente e a possibilidade de vida em outros planetas. Também há artigos sobre o cotidiano, como a argumentação racional de Sagan em defesa do aborto até o sexto mês de gravidez, momento em que o feto começa a produzir ondas cerebrais diferentes das de um animal. Mas o mais surpreendente é o relato de Sagan sobre a própria morte.
Conhecido por causa da série de TV Cosmos, Sagan morreu de uma espécie rara de câncer no sangue. Em dois anos, ele passou por dois transplantes de medula, tratamentos de quimioterapia intensiva e várias internações. "Já encarei a morte seis vezes e aprendi muito com essas confrontações", escreveu um Sagan bem-humorado, semanas antes de morrer. "Na verdade, quase morrer é uma experiência tão positiva e construtora do caráter que a recomendaria a todos. Não fosse, é claro, o risco." Sagan escreve sem autopiedade sobre seu susto ao receber o diagnóstico da doença, a respeito da irmã que doou a medula e até sobre o conflito moral de estar se beneficiando de um tipo de cirurgia que só é possível por causa dos testes experimentais feitos com animais, técnica que sempre condenou. A única concessão ao sentimentalismo é o posfácio de autoria da mulher do astrônomo, a escritora Ann Druyan. Os dois se conheceram nos anos 70, quando Sagan foi convidado pela Nasa, a agência espacial americana, para preparar as mensagens que foram colocadas na nave espacial Voyager. São arquivos de som e imagem que apresentam a civilização da Terra a eventuais seres de outros planetas. Ann revela que incluiu no acervo da Voyager uma declaração apaixonada a Carl Sagan, na época ainda em seu primeiro casamento. Não se trata, porém, de um bilhetinho amoroso comum: a declaração foi codificada na forma de ondas cerebrais. Nada mais adequado para uma relação-cabeça.
 (Revista VEJA - 03/06/1998)